| Foto: Reprodução |
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O premiê da Itália, Silvio Berlusconi, enfrenta nesta terça-feira (8) no Parlamento uma votação-chave sobre o Orçamento, em meio ao temor de que o país poderá ser a próxima vítima da crise das dívidas na zona do euro
A votação desta terça-feira poderá indicar se Berlusconi, que já sobreviveu a mais de cinquenta votos de confiança, mantém ou não o apoio da maioria do Parlamento.
Na segunda-feira, Berlusconi negou que pretenda renunciar, após o custo para a rolagem da dívida italiana ter atingido um nível recorde por conta dos temores de que o país não tem capacidade de pagar a dívida.
Muitos analistas veem o atual governo demasiadamente enfraquecido para impor os cortes de gastos necessários para conter o déficit público e o aumento da dívida. As preocupações com a Itália praticamente tomaram o lugar das discussões sobre a Grécia, onde líderes políticos locais ainda discutem a formação de um novo governo de união para implementar medidas de austeridade em troca de ajuda internacional.
Na semana passada, sob pressão, o governo italiano anunciou que se submeterá a inspeções trimestrais do FMI (Fundo Monetário Internacional) para verificar o cumprimento de suas políticas para contenção da dívida. Sem apoio Apesar de ter um déficit público relativamente baixo, de 3,7% do PIB, a Itália causa preocupações entre os investidores, com uma combinação de baixo índice de crescimento e uma dívida de 1,9 trilhão de euros.
Na segunda-feira, as principais bolsas europeias subiram em meio à expectativa de uma saída de Berlusconi, mas voltaram para o vermelho após ele negar a renúncia em sua página no Facebook. Segundo correspondentes locais, especula-se que Berlusconi não tenha mais a maioria no Parlamento, após relatos de que alguns deputados ligados ao governo retiraram seu apoio ao premiê.
Berlusconi mantém a afirmação de que seu governo tem o apoio necessário para se manter, mas se ele perder a votação do Orçamento nesta terça-feira, é difícil imaginar que ele possa continuar no cargo, segundo avalia o correspondente da BBC
Os mercados agora forçam a Itália a pagar taxas de juros altas, que podem eventualmente levar o país à bancarrota, o que significa que a pressão sobre Berlusconi para deixar o cargo é alta.
Plano de resgate
Ainda na segunda-feira, ministros das Finanças dos países da zona do euro se reuniram em Bruxelas para tentar avançar com o plano de resgate acertado no mês passado. Após o encontro, eles pediram ao novo governo da Grécia que aprove oficialmente o plano com as condições para o resgate internacional do país como condição para que o governo grego receba a próxima parcela de ajuda financeira.
Eles também elogiaram o monitoramento da Itália pelo FMI para tranquilizar os mercados e disseram esperar mais detalhes sobre a aprovação das reformas econômicas prometidas pelo país. O Comissário da União Europeia para Assuntos Econômicos, Olli Rehn, disse que espera respostas da Itália até o fim da semana. 'É essencial agora que a Itália cumpra suas metas fiscais, assegure a sua implementação e intensifique as reformas estruturais que podem promover o crescimento', disse ele, segundo a agência de notícias AFP.
Nesta terça-feira, ministros das Finanças de todos os 27 países da União Europeia se reunirão para discutir o problema.
Segundo o correspondente da BBC para a Europa Chris Morris, porém, não deve haver acordo sobre os detalhes da expansão do Fundo Europeu para Estabilidade Financeira (FEEF). No fim de outubro, líderes europeus haviam concordado em princípio a elevar o montante do fundo dos atuais 440 bilhões de euros para 1 trilhão de euros para ajudar a conter os problemas com as dívidas dos países em dificuldades, incluindo Itália e Espanha.

As negociações entre os dois partidos majoritários da Grécia, o socialista Pasok e o conservador Nova Democracia (ND), continuam nesta terça-feira (8) para alcançar um acordo sobre o nome do novo primeiro-ministro que liderará um governo de união nacional.
O atual chefe de governo, o primeiro-ministro Giorgos Papandreou, convocou uma reunião extraordinária do conselho de ministros para 8h (de Brasília), segundo informaram ontem à noite fontes oficiais.
A renúncia de Papandreou é esperada para logo depois que os dois partidos cheguem a um acordo sobre o novo primeiro-ministro, o programa do governo de transição, sua duração e composição.
No entanto, as negociações estão enfrentando diversas dificuldades, segundo informaram fontes ligadas a ambos partidos. Está em questão, por exemplo, se a ND entra no gabinete, algo que parece reticente a fazer devido às estritas medidas de austeridade que devem ser implementadas pelo Executivo para garantir a ajuda internacional à Grécia.
Dinheiro para Grécia
Em reunião realizada ontem em Bruxelas, o grupo do euro impôs como condição que o novo governo se comprometa por escrito com um calendário de medidas de ajuste.Só então será entregue o sexto lance creditício de 8 bilhões de euros de parte da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional (FMI), indispensável para evitar a quebra do país.
Por outro lado, a confirmação do ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Lucas Papademos, está se tornando complicada, já que o banqueiro exige liderar um governo de maior duração, além do dia 19 de fevereiro, e a participação de políticos de ambos partidos no conselho de ministros.
Por isso, a imprensa levantou outros nomes como o do representante da Grécia no FMI, Panagiotis Rumeliotis, e do defensor público europeu, Nikoforos Diamanduros.
Uma vez que se chegue a um acordo, Papandreou apresentará ao presidente heleno, Carolos Papoulias, a renúncia de seu governo e o novo primeiro-ministro receberá a incumbência de formar o novo Governo. Depois, o novo governo solicitará um voto de confiança no Parlamento, onde Pasok e ND possuem juntos uma cômoda maioria de 238 das 300 cadeiras.

O médico Conrad Murray foi declarado culpado nesta segunda-feira (7) do processo em que era acusado do homicídio culposo (quando não há intenção de matar) de Michael Jackson. A sentença definitiva do cardiologista será anunciada apenas em 29 de novembro.
A declaração foi lida por Sammie Benson auxiliar da Corte de Los Angeles duas horas após o júri ter chegado a um veredicto unânime. Ao final da declaração, Benson disse que o júri o condenava a quatro anos de prisão. Mas a sentença não é definitiva devido a um pedido feito pelos advogados de Murray.
A decisão, que estava programada para sair às 19h (do horário de Brasília; 13h
Já os familiares de Jackson, como seus pais e irmãos, compareceram ao local antes das 18h45. A decisão foi comemorada por fãs de Jackson, que acompanharam tudo do lado de fora da Corte de Los Angeles
Os jurados começaram a deliberar a partir das 14h30, três dias depois da primeira deliberação.
No dia 3 de novembro, tanto a promotoria quanto a defesa apresentaram seus argumentos finais.
Sete homens e cinco mulheres que compuseram o corpo de jurados foram reunidos para decidir se o médico de 58 anos era ou não responsável legal pela morte de Michael Jackson, causada por intoxicação aguda de propofol. O cardiologista era médico pessoal do cantor, a quem administrava diversos sedativos, entre eles o anestésico propofol, para combater sua insônia.
Na manhã de 25 de junho de 2009, Murray administrou o anéstico após outros medicamentos não surtirem efeito durante a noite. Após se ausentar do quarto de Jackson, ele o encontrou aparentemente sem vida. O rei do pop tinha 50 anos.
Entenda o julgamento
O processo deveria ter começado em 9 de maio, mas foi adiado a pedido dos advogados da defesa, que desejavam poder preparar o contra-interrogatório de novas testemunhas citadas pela acusação. O julgamento de Conrad Murray começou em 27 de setembro, com o juiz Michael Pastor como o encarregado do caso. Uma de suas primeiras decisões foi a de não permitir que o júri visse às últimas filmagens dos ensaios finais do cantor para evitar "influências externas".
A defesa do cardiologista sustentava a tese de suicídio, alegando que o cantor estava desesperado por suas várias dívidas e que injetou em si próprio uma dose extra sem o conhecimento de seu médico. Murray admitiu ter dado a Jackson propofol e duas injeções de dois miligramas cada de lorazepam para ajudá-lo a dormir. Mas a autópsia detectou no corpo de Jackson níveis mais altos do anestésico.
O doutor Paul White, previsto para ser a última testemunha da defesa, afirmou que Jackson podia ter engolido oito outros comprimidos do anestésico lorazepam durante uma longa noite insone, elevando o nível da droga em seu sangue ao nível constatado na autópsia.
Os advogados de Murray usaram várias testemunhas para demonstrar que Jackson era dependente de medicamentos e fazia de tudo para obter o propofol. A enfermeira e nutricionista Cherilyn Lee, que trabalhava com o astro em 2009, disse que Jackson chegou a afirmar que anestésico cirúrgico era a única coisa que o fazia dormir.
O especialista
Na quinta-feira (3), o promotor David Walgren usou como argumento central a “negligência criminosa” do médico. Walgrem citou os filhos do artista e afirmou que, "para eles, este caso não acaba hoje ou amanhã ou no dia seguinte. Este caso será para sempre, porque não têm pai.”
Ed Chernoff, um dos advogados de Murray, adotou a estratégia de dirigir uma série de perguntas ao júri. A defesa argumentou que o cantor era um “viciado desesperado” que causou sua própria morte ao tomar mais medicamentos enquanto o médico estava fora do quarto. O advogado também questionou a integridade das testemunhas apresentadas pela defesa, além de dizer que os produtores da turnê para a qual Jackson se preparava pressionaram o cantor
Sobre o fato de o médico não ter ligado para serviço de emergência ao ver que Michael Jackson se encontrava em estado crítico, apresentou nova questão: "alguém ligaria para o 911 se fosse um médico treinado? Isto não é um reality show. Isto é realidade”.
De acordo com Walgren, mesmo que Murray não tenha visto o músico utilizando propofol, era sua responsabilidade zelar pela integridade do paciente. A promotoria foi contundente em sua intenção de demonstrar os erros profissionais cometidos pelo medico em seu tratamento.

No poder desde 1969, Muammar Khadafi assumiu o governo como líder revolucionário durante a crise do governo Idris I. Em sua gestão, Khadafi nacionalizou a indústria de petróleo e disse liderar o movimento batizado por ele de pan-islamismo - uma espécie de governo religioso sustentado nos diferentes segmentos do islamismo.
Leia a seguir os principais momentos da crise Líbia:
Fevereiro 2011 - estoura uma série de manifestações contra Khadafi na Líbia, registrando os principais pontos de confronto em Trípoli e Benghazi. Oposição consegue dominar Benghazi, segunda maior cidade da Líbia, e instaurar o chamado Conselho Nacional de Transição - sob poder dos rebeldes.
Marco de 2011 - Khadafi ataca a principal cidade onde se produz petróleo, Brega, e estende o domínio a Zawiyah. Em discurso na emissora estatal de televisão, o líder responsabiliza a oposição pela intervenção estrangeira e ameaça caçar os manifestantes. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) impõe exclusão aérea e inicia bombardeios. O ministro dos Negócios Estrangeiros líbio Moussa Koussa foge para Londres.
Abril de 2011 - Em Brega, a Otan é acusada de bombardear um alvo civil e mata 13 pessoas. Khadafi demite um dos seus principais diplomatas Ali Triki. A Itália, a França e o Catar reconhecem o Conselho Nacional de Transição. A oposição anuncia que parte do petróleo produzido no país está sob seu poder. Os Estados Unidos exigem a saída de Khadafi. Entidades civis avisam que mais de 10 mil pessoas morreram desde fevereiro. Khadafi aparece na emissora estatal passeando por pontos estratégicos de Trípoli.
Maio de 2011 - Depois de várias semanas de ataques a Misrata, Khadafi retira suas forças da cidade por causa dos bombardeamentos. Informações, não confirmadas oficialmente, indicam que civis e combatentes da oposição foram mortos e feridos. O Tribunal Penal Internacional emite mandado de prisão contra Khadafi por denúncias de crimes contra a humanidade.
Junho e Julho de 2011 - Os combatentes da oposição tentam ampliar o controle para além de Misrata, avançando na direção de Trípoli. Emissários oposicionistas avisam que o objetivo é cercar Khadafi e pressioná-lo a deixar o poder, depois de 42 anos no governo. Em julho, o Diário Oficial da União publica decreto da presidenta Dilma Rousseff determinando o cumprimento da Resolução 1.973 pelas autoridades brasileiras. As medidas, aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, incluem a proibição de voos para o espaço aéreo líbio e o reforço do embargos de venda de armas e do congelamento de ativos financeiros de autoridades líbias ligadas a Khadafi.
Agosto de 2011 - Início do Ramadã - período de jejum e de orações para os muçulmanos. A oposição avança para cidades apontadas como estratégicas: Tiji e Bir al-Ghanam. Os ataques da Otan se intensificam, assim como os embates por terra entre oposição e forças aliadas do governo. A oposição cerca o quartel-general de Khadafi e o pressiona a deixar o poder. Rebeldes capturam Seif Al Islam, um dos fillhos de Khadafi - apontado como seu sucessor - e prometem enviá-lo ao Tribunal Penal Internacional (TPI) no qual deve responder por crimes contra a humanidade cometidos na Líbia. Trípoli e as principais cidades líbias ficam sob poder do Conselho Nacional de Transição (CNT)
Setembro de 2011 - A comunidade internacional, reunida na 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), autoriza a participação do Conselho Nacional de Transição (CNT) nas sessões, e a bandeira da oposição a Khadafi é hasteada. O Brasil é um dos países que apoiam a participação da oposição nas discussões das Nações Unidas. Khadafi está desaparecido, enquanto parte da família dele - a mulher e três filhos - refugia-se no Níger.
Outubro de 2011 - Integrantes do Conselho Nacional de Transição (CNT) e uma emissora de televisão da Líbia confirmam a captura de Khadafi. Inicialmente, a informação é que ele foi capturado e ferido nas duas pernas. Porém, há dados também que ele não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. As informações são desencontradas.

O ex-líder líbio Muamar Kadafi morreu devido a ferimentos sofridos durante sua captura perto de Sirte, sua cidade-natal, nesta quinta-feira, 20, disse uma autoridade militar do governo provisório
Abdel Majid Mlegta, do Conselho Nacional de Transição (CNT), disse à Reuters que Kadafi foi capturado e ferido nas duas pernas nesta quinta-feira, quando tentava fugir em um comboio atacado por caças da Otan. "Ele também foi atingido na cabeça", disse a autoridade. "Houve muitos disparos contra seu grupo e ele morreu". Não havia confirmação independente sobre suas declarações.
'Dia histórico'
Em Bruxelas, a Otan informou que ainda estava checando os relatos de captura de Kadafi na Líbia. "Estamos averiguando e avaliando a situação", disse uma autoridade da Otan. "Claramente esses são desdobramentos muito significativos, que levaremos tempo para confirmar. Se for verdade, este é verdadeiramente um dia histórico para o povo da Líbia."
Um porta-voz do governo norte-americano disse em Washington que ainda não haviam confirmado a captura de Kadafi.
Um comandante das forças do CNT declarou que Moussa Ibrahim, ex-porta-voz do governo de Kadafi, foi capturado perto de Sirte também nesta quinta-feira. Abdul Hakim Al Jalil, comandante da 11a brigada, afirmou ainda ter visto o corpo do chefe das forças armadas de Kadafi, Abu Bakr Younus Jabr. "Eu o vi com meus próprios olhos", declarou Jalil.

A cerimônia de abertura dos Jogos Pan-americanos de Guadalajara começou sem tropeços e com música típica em Guadalajara, na noite desta sexta-feira. O hino mexicano foi o primeiro a soar no estádio Omnilife, do Chivas, seguido por peças do cancioneiro tradicional do país, entoadas por músicos mariachi. Enquanto os artistas se apresentavam em cima do palco montado no centro do estádio, cavaleiros tradicionais mexicanos, os charros, adentraram a arena. Ao ritmo da música e dos movimentos das dançarinas, eles abriram caminho para o desfile das delegações nacionais que disputarão o Pan.
O primeiro país a desfilar em Guadalajara foi a Argentina, sede da primeira edição do Pan
Hoje, o primeiro dia de competições do Pan-americano de Guadalajara tem dois grandes destaques e esperanças de medalhas do Brasil. Brasileiro com mais ouros da história, o mesatenista Hugo Hoyama começa o torneio masculino por equipes, às 13h (no RN). Um pouco antes, ao meio-dia, o recordista de títulos em uma mesma edição, Thiago Pereira, cai na água para as eliminatórias dos 400m medley.
O principal objetivo de Thiago é superar Hugo Hoyama. Para isso, o nadador do Corinthians vai repetir o programa do Rio de Janeiro, em 2007, que lhe rendeu seis medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Ele ainda disputa os 200m medley, os 100m e 200m costa e os 200m peito, além dos revezamentos 4x100 e 4x200m livre e 4x100m medley.
Nos 400m medley, ele detém o sétimo melhor tempo do ano e o melhor entre os que estão em Guadalajara (4min41s58). Diogo Yabe é o outro brasileiro da prova, com a quarta melhor marca (4min21s49), atrás dos norte-americanos Robert Marsalis e Conor Dwyer. "Não fico escolhendo o dia. Por isso, nadar no primeiro dia também é bom. Quero baixar meus tempos e lutar por medalha", declarou.
A esperança da natação também é ganhar a primeira medalha de ouro feminina da modalidade na história. A chance virá nos 100m borboleta. Daynara de Paula tem o segundo melhor tempo entre as inscritas para o Pan (58s56), atrás apenas da norte-americana Claire Donahue (58s05). Ela, Flávia Delaroli, Michelle Lenhardt e Tatiana Lemos disputam o revezamento 4x100m livre com chances de vencer.
Hugo Hoyama também tem uma medalha de prata e quatro de bronze, somando 14 no total. Ele está inscrito nos torneios por equipe e simples. Neste sábado, joga ao lado de Gustavo Tsuboi e Thiago Monteiro. Serão realizadas a primeira, a segunda e metade da terceira rodada.
No fim do dia, o vôlei feminino do Brasil entra em quadra comandado pelo técnico José Roberto Guimarães, que busca o único título que esse time ainda não tem. O primeiro adversário será a República Dominicana, que tem o respeito das jogadoras, embora não possa ser considerada uma das favoritas.
O Handebol das meninas começa a busca pelo tetracampeonato e pela vaga nas Olimpíadas de Londres, em 2012, às 15h, contra os Estados Unidos.
No último dia 8, em Baku (no Azerbaijão), o baiano Everton Lopes conquistou um inédito título mundial ao Brasil no boxe (na categoria meio médio ligeiro). Ontem, o pugilista desembarcou em Guadalajara para a participação nos Jogos Pan-americanos. Embalado, o brasileiro visa à medalha de ouro.

O Ministro do Esporte, Orlando Silva havia dito que a chance de mudança na programação existia. Pouco depois, no entanto, Mario Vázquez Raña, presidente da Odepa (Organização Esportiva Pan-Americana, em espanhol), garantiu que a festa de abertura dos Jogos de Guadalajara será mesmo nesta sexta-feira.
Apesar da chuva que castigou a cidade nos últimos dias, Raña pôs fim à possibilidade de adiar a cerimônia para sábado. O dirigente afirmou que a festa terá início às 20h (22h no horário de Brasília), no Estadio Omnilife.
- Hoje não há forma alguma de mudar de dia nem de hora a inauguração – afirmou Raña, de acordo com a agência de notícias oficial do evento.
Governador de Jalisco e presidente do Comitê Organizador dos Jogos, Emilio González Márquez afirmou que a possibilidade de que chovesse na abertura do Pan sempre foi contemplada. Ele, porém, reconheceu que o forte vento preocupa, por conta de uma das surpresas programadas para a festa.

O resgate - considerado um emblema do esforço coletivo - dos 33 mineiros que ficaram soterrados por 70 dias no Deserto de Atacama, no Chile, completa hoje (13) um ano. Os trabalhadores ficaram soterrados depois de uma explosão na mina de cobre e ouro de San José, no Norte do país. O assunto virou alvo da atenção internacional e foi acompanhado em transmissão ao vivo do resgate de cada um dos soterrados.
Os mineiros se tornaram personagens de entrevistas e alguns ficaram famosos. O período de confinamento foi registrado por eles
Nas imagens, a maioria dos homens parece estar de bom humor e faz brincadeiras entre si. Os 33 mineiros ficaram soterrados depois de uma explosão. Após 70 dias, eles foram resgatados com vida por intermédio de um túnel escavado em uma operação especial que foi transmitida em tempo real para todo o mundo.
Atualmente, os trabalhadores aguardam decisão da Justiça do Chile sobre as indenizações pedidas. Vários mineiros alegaram não ter condições físicas e psicológicas para retornar ao trabalho, o que acarreta prejuízos financeiros para eles e suas famílias.
A explosão na mina de cobre e ouro de San José abriu um debate no Chile e no restante do mundo sobre as condições de trabalho dadas aos trabalhadores do setor. O governo chileno promoveu uma série de mudanças na tentativa de ampliar a segurança nas minas do país.

Nesta sexta, 14 de outubro, às 22h00 de Brasília, começam no México os Jogos Panamericanos de Guadalajara. Há 4 anos os jogos eram realizados no Rio de Janeiro, sendo considerados apesar dos problemas que ocorreram, os melhores da história. Os mexicanos tentam tomar esse "título" do Brasil, e a aposta começa com uma cerimônia de abertura que promete ser bem interessante, mostrando a cultura do país e prometendo várias surpresas.
Mas falando específicamente do principal, da parte esportiva dos jogos, o que é mito e o que é verdade entre os estigmas pelos quais muitos fazem o Pan ser conhecido? Vamos confirmá-los ou negá-los agora:
1 - O Pan não é uma olimpíada, não tem o mesmo nível. Verdade, é claro, trata-se de uma competição continental, obviamente que o nível é muito menor que o de uma olimpíada.
2 - O Pan é um evento fraco, quase desprezível. Mentira, mesmo não sendo uma olimpíada, o Pan é um grande evento e tem uma grande quantidade de atletas de alto nível, em se tratando do continente americano.
3 - Os Estados Unidos não valorizam em nada o Pan, e só mandam atletas de 2ª linha. Mentira, os Estados Unidos levam o que eles tem de melhor em cerca de 70% a 80 % das modalidades, e normalmente conquistam o 1º lugar no quadro de medalhas, valorizando bastante o evento. Só não há muito apelo da mídia, mas a delegação vem forte.
4 - Os Estados Unidos valorizam o Pan tanto quanto o Brasil e as outras nações. Mentira também, nem 8 nem 80, os americanos levam o time "B" no Atletismo, na Natação (vale lembrar que o time B americano é muito forte nestas modalidades) e um time universitário no Basquete, além de não levar os melhores em outras modalidades, como o Tênis.
5 - O Canadá não valoriza o Pan e também só leva atletas de 2ª linha. Outra mentira grande, a delegação canadende também é o que eles tem de melhor na maioria das modalidades, mas também levam o time B em modalidades como o Atletismo e Natação, sendo que eles não tem um time B tão forte como os americanos nestas modalidades.
6 - O Brasil leva o que tem de melhor
7 - Todas as outras delegações levam a força máxima. Verdade, mas com exceções, como as estrelas da Jamaica no Atletismo, não veremos por exemplo Usain Bolt e Asafa Powel em Guadalajara.
Posto isto, faço uma indagação sobre qual o objetivo real do Brasil no Pan. Creio que podemos atingir um patamar semelhante ao do Rio-2007, mesmo com algumas modalidades não estando tão bem como há 4 anos (exemplo da ginástica rítmica), várias outras cresceram (Ex do Boxe, Canoagem e a Natação). Por outro lado não teremos o fator casa, que pesa bastante, no Rio conquistamos 157 medalhas sendo 52 de ouro, ficando em 3º lugar no quadro de medalhas, à frente do Canadá e atrás de Cuba (59 ouros, obs: menos medalhas que o Brasil no total, 135).
Ou seja, se aproximar do patamar do Rio-2007 seria muito bom, superar então aí sim seria um grande feito, mas não acredito que o Brasil altere sua posição, devemos manter o 3º lugar.
O Pan de Guadalajara-2011 terá transmissão exclusiva da Record e Record News. A record comprou a exclusividade total, inclusive nem a TV fechada vai transmitir o Pan. Não gosto de exclusividade, seja de qual canal for, perde-se o alcance maior para a população. De qualquer forma a Record promete uma grande cobertura e está com um grante time de comentaristas, vamos esperar pra ver e torcer por uma boa cobertura.

O Twitter passa agora a usar livremente a palavra "tweet" sem qualquer restrição. O fato sobre os direitos de uso do termo não chegou a virar um caso mais "grave" devido à um acordo com a empresa Twittad, que patenteou a palavra em 2008.